sexta-feira, 29 de maio de 2009
Comentário do blogger ao artigo do Frei Beto
Esses são os pobres em Espírito das Bem aventuranças de Jesus no evangelho de Mateus. É deles o Reino dos Céus.
Professores de ética
FREI BETTO
A corrupção decorre da falta de caráter. Esta se manifesta, de modo especial, quando a pessoa se vê investida de uma função de poder
É TAUTOLÓGICO falar em falta de ética no Congresso Nacional. Os escândalos se sucedem, do deputado que está "se lixando" para a opinião pública aos funcionários do Senado que, a exemplo de notórios senadores, ostentam um padrão de vida muito superior a seus vencimentos e à renda declarada. Felizmente, há exceções. Lástima que a indignação e o protesto de congressistas íntegros tenham pouca ressonância nas ruas. Em geral, noticiam-se a farra de passagens aéreas, os castelos mirabolantes, as mansões paradisíacas. Poucos tomam conhecimento da coerência de congressistas incorruptíveis. A corrupção decorre da falta de caráter. Esta se manifesta, de modo especial, quando a pessoa se vê investida de uma função de poder, do prefeito que se apropria dos recursos da merenda escolar a congressistas que se julgam no direito de pagar, com dinheiro público, o salário de sua empregada doméstica.Como dar um basta em tanta maracutaia? Difícil. O ser humano padece de duas limitações insuperáveis: defeito de fabricação e prazo de validade. É o que a Bíblia chama de "pecado original". Sempre haverá homens e mulheres desprovidos de caráter, de princípios éticos, dispostos a não perder a primeira oportunidade de enriquecimento ilícito. A solução é criar, via profunda reforma política, instituições que inibam os corruptos e mecanismos de controle popular. Em suma, tornar a nossa democracia, meramente delegativa, mais representativa e, sobretudo, participativa. Enquanto isso não acontece, sugiro que convidem, para ministrar um curso de ética no Congresso Nacional, Suas Excelências José Gomes da Costa, Rodrigo Botelho, Francisco Basílio Cavalcanti, Clélia Machado, Sebastião Breta e Fagner Tamborim. José Gomes da Costa é gari da Prefeitura de São Paulo. Ganha R$ 600 por mês. Vinte e seis vezes menos que um deputado federal. Com esse salário, sustenta a si e três filhos. Dia 18 de maio último, ao varrer a rua, encontrou um cheque no valor de R$ 2.514,95. José precisaria trabalhar quatro meses, sem nenhuma despesa, para acumular essa quantia. Procurou uma agência do banco e devolveu o cheque. Motivo: vergonha na cara.Gari, Rodrigo Botelho encontrou, em 26 de maio do ano passado, durante campeonato mundial de tênis de mesa, no Rio, mochila com R$ 3 mil em dinheiro. Viu o nome do dono nos documentos, chamou-o pelo microfone e devolveu. Rodrigo é normal, tem caráter. Francisco Basílio Cavalcante, faxineiro do aeroporto de Brasília, pai de cinco filhos, ganha salário mínimo. No dia 10 de março de 2004, encontrou uma bolsa de couro no banheiro do aeroporto. Dentro, US$ 10 mil. Se fosse juntar o salário que ganhava, sem gastar um só centavo, levaria (à época) mais de sete anos para obter igual soma. Francisco declarou: "Tem que ser assim. O que não é nosso precisa ser devolvido. Não pode trazer felicidade". Clélia Machado, 29, é auxiliar de serviços gerais e faz bico como manicure. Sozinha, cria duas filhas, uma de sete anos, outra de nove. Sua renda mensal não chega a R$ 550. Todos os dias ela faz a faxina do banheiro do posto da Polícia Rodoviária Federal em Seberi (RS). A 11 de março de 2008, encontrou, junto à privada, um pé de meia enrolado em papel higiênico. Dentro, US$ 6.715. Clélia entregou os dólares aos policiais. Entrevistada, disse: "Bem que podia ser meu de verdade. Mas já que não me pertencia, devolvi. Era o certo a fazer". O gari Sebastião Breta, 43, da Prefeitura de Cariacica (ES), devolveu os R$ 12.366 mil que achou num malote no lixo. O nome do homem que fora roubado estava gravado numa etiqueta. Sebastião ganha salário mínimo. Indagado se pensou em ficar com o dinheiro, disse: "Nunca. Desde a primeira vez que vi, sabia que devia devolver. Quando não consigo pagar as minhas contas, fico doido, pensava o tempo todo como estaria o dono do dinheiro, imaginava que ele também não podia pagar suas contas porque tinha perdido tudo. Eu e minha mulher não conseguiríamos dormir à noite. Acho esquisito pegar o que não é da gente". Fagner Tamborim, 17 anos, entregador de jornais na cidade de Pirajuí, a 398 km de São Paulo, ganha R$ 90 por mês. Enquanto pedalava sua bicicleta, encontrou na rua um malote com R$ 6 mil. Devolveu-o ao dono. "Vi que tinha muito dinheiro e cheques. Levei pra minha mãe, que ligou para o banco." O melhor do Brasil é o brasileiro, não necessariamente nossos congressistas.
CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 64, frade dominicano e escritor, é autor, em parceria com Verissimo, Cristovam Buarque e outros, de "O Desafio Ético", entre outras obras. Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).
A corrupção decorre da falta de caráter. Esta se manifesta, de modo especial, quando a pessoa se vê investida de uma função de poder
É TAUTOLÓGICO falar em falta de ética no Congresso Nacional. Os escândalos se sucedem, do deputado que está "se lixando" para a opinião pública aos funcionários do Senado que, a exemplo de notórios senadores, ostentam um padrão de vida muito superior a seus vencimentos e à renda declarada. Felizmente, há exceções. Lástima que a indignação e o protesto de congressistas íntegros tenham pouca ressonância nas ruas. Em geral, noticiam-se a farra de passagens aéreas, os castelos mirabolantes, as mansões paradisíacas. Poucos tomam conhecimento da coerência de congressistas incorruptíveis. A corrupção decorre da falta de caráter. Esta se manifesta, de modo especial, quando a pessoa se vê investida de uma função de poder, do prefeito que se apropria dos recursos da merenda escolar a congressistas que se julgam no direito de pagar, com dinheiro público, o salário de sua empregada doméstica.Como dar um basta em tanta maracutaia? Difícil. O ser humano padece de duas limitações insuperáveis: defeito de fabricação e prazo de validade. É o que a Bíblia chama de "pecado original". Sempre haverá homens e mulheres desprovidos de caráter, de princípios éticos, dispostos a não perder a primeira oportunidade de enriquecimento ilícito. A solução é criar, via profunda reforma política, instituições que inibam os corruptos e mecanismos de controle popular. Em suma, tornar a nossa democracia, meramente delegativa, mais representativa e, sobretudo, participativa. Enquanto isso não acontece, sugiro que convidem, para ministrar um curso de ética no Congresso Nacional, Suas Excelências José Gomes da Costa, Rodrigo Botelho, Francisco Basílio Cavalcanti, Clélia Machado, Sebastião Breta e Fagner Tamborim. José Gomes da Costa é gari da Prefeitura de São Paulo. Ganha R$ 600 por mês. Vinte e seis vezes menos que um deputado federal. Com esse salário, sustenta a si e três filhos. Dia 18 de maio último, ao varrer a rua, encontrou um cheque no valor de R$ 2.514,95. José precisaria trabalhar quatro meses, sem nenhuma despesa, para acumular essa quantia. Procurou uma agência do banco e devolveu o cheque. Motivo: vergonha na cara.Gari, Rodrigo Botelho encontrou, em 26 de maio do ano passado, durante campeonato mundial de tênis de mesa, no Rio, mochila com R$ 3 mil em dinheiro. Viu o nome do dono nos documentos, chamou-o pelo microfone e devolveu. Rodrigo é normal, tem caráter. Francisco Basílio Cavalcante, faxineiro do aeroporto de Brasília, pai de cinco filhos, ganha salário mínimo. No dia 10 de março de 2004, encontrou uma bolsa de couro no banheiro do aeroporto. Dentro, US$ 10 mil. Se fosse juntar o salário que ganhava, sem gastar um só centavo, levaria (à época) mais de sete anos para obter igual soma. Francisco declarou: "Tem que ser assim. O que não é nosso precisa ser devolvido. Não pode trazer felicidade". Clélia Machado, 29, é auxiliar de serviços gerais e faz bico como manicure. Sozinha, cria duas filhas, uma de sete anos, outra de nove. Sua renda mensal não chega a R$ 550. Todos os dias ela faz a faxina do banheiro do posto da Polícia Rodoviária Federal em Seberi (RS). A 11 de março de 2008, encontrou, junto à privada, um pé de meia enrolado em papel higiênico. Dentro, US$ 6.715. Clélia entregou os dólares aos policiais. Entrevistada, disse: "Bem que podia ser meu de verdade. Mas já que não me pertencia, devolvi. Era o certo a fazer". O gari Sebastião Breta, 43, da Prefeitura de Cariacica (ES), devolveu os R$ 12.366 mil que achou num malote no lixo. O nome do homem que fora roubado estava gravado numa etiqueta. Sebastião ganha salário mínimo. Indagado se pensou em ficar com o dinheiro, disse: "Nunca. Desde a primeira vez que vi, sabia que devia devolver. Quando não consigo pagar as minhas contas, fico doido, pensava o tempo todo como estaria o dono do dinheiro, imaginava que ele também não podia pagar suas contas porque tinha perdido tudo. Eu e minha mulher não conseguiríamos dormir à noite. Acho esquisito pegar o que não é da gente". Fagner Tamborim, 17 anos, entregador de jornais na cidade de Pirajuí, a 398 km de São Paulo, ganha R$ 90 por mês. Enquanto pedalava sua bicicleta, encontrou na rua um malote com R$ 6 mil. Devolveu-o ao dono. "Vi que tinha muito dinheiro e cheques. Levei pra minha mãe, que ligou para o banco." O melhor do Brasil é o brasileiro, não necessariamente nossos congressistas.
CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 64, frade dominicano e escritor, é autor, em parceria com Verissimo, Cristovam Buarque e outros, de "O Desafio Ético", entre outras obras. Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).
quarta-feira, 27 de maio de 2009
PENTECOSTES DA JUVENTUDE 2009
Jovem, você é nosso convidado especial. Divulgue este evento. Contamos com sua participação.

Pentecostes da Juventude 2009
“ O Espírito Santo nos guia para a Missão”
Programação Geral
08:00 ás 08:30 = Acolhida
08:30 ás 08:35 = Abertura Oficial Pe. Edmar

Pentecostes da Juventude 2009
“ O Espírito Santo nos guia para a Missão”
Programação Geral
08:00 ás 08:30 = Acolhida
08:30 ás 08:35 = Abertura Oficial Pe. Edmar
08:35 ás 08:40 = Apresentação Teatro Jocri
08:40 ás 09:10 = Animação Casf
08:40 ás 09:10 = Animação Casf
09:10 ás 10:00 = Tema : “O Espírito Santo nos guia para a Missão”
10:00 ás 10:20 = Intervalo
10:00 ás 10:20 = Intervalo
10:20 ás 10:30 = Apresentação Teatro Sim de Maria (Grupo)
10:30 ás 10:55 = Animação Casf
10:55 ás 11:10 = Momento Mariano : RCC
11:10 ás 12:00 = Tema : “Crisma – O sim do Jovem a Igreja”
14:00 ás 14:30 = Animação Flor de Mandacaru
14:30 ás 15:20 = Dom Gilberto
15:20 ás 15:40 = Intervalo
15:40 ás 15:50 = Apresentação Teatro PJ
10:30 ás 10:55 = Animação Casf
10:55 ás 11:10 = Momento Mariano : RCC
11:10 ás 12:00 = Tema : “Crisma – O sim do Jovem a Igreja”
14:00 ás 14:30 = Animação Flor de Mandacaru
14:30 ás 15:20 = Dom Gilberto
15:20 ás 15:40 = Intervalo
15:40 ás 15:50 = Apresentação Teatro PJ
15:50 ás 16:20 = Animação Flor de Mandacaru
16:20 ás 16:40 = Setor da Juventude
16:40 ás 17:00 = Avisos e Saída para procissão
Palestras dos Temas
1º Tema : O Espírito Santo no guia para a missão.
Palestrante = Márcia Sepúlvida – Fundadora da Comunidade Católica Sim de Maria
2º Tema : Crisma – o sim do Jovem a Igreja
Palestrante = Geovane – Paróquia Cristo Salvador
3º Tema : O jovem e sua opção pessoal
Palestrante = Dom Gilberto Pastana
16:20 ás 16:40 = Setor da Juventude
16:40 ás 17:00 = Avisos e Saída para procissão
Palestras dos Temas
1º Tema : O Espírito Santo no guia para a missão.
Palestrante = Márcia Sepúlvida – Fundadora da Comunidade Católica Sim de Maria
2º Tema : Crisma – o sim do Jovem a Igreja
Palestrante = Geovane – Paróquia Cristo Salvador
3º Tema : O jovem e sua opção pessoal
Palestrante = Dom Gilberto Pastana
PARABÉNS JOÃO PORTUGUÊS
domingo, 17 de maio de 2009
Paulo, os Coríntios e nós.
É movido pelo intenso zelo às tradições judaicas, que sendo um perseguidor feroz dos cristãos, Saulo se converte em servo leal e amado de Jesus que é salvação, e se faz um grande pregador- agora Paulo, e exclamará em alta voz: “Ai de mim se não anunciar a boa notícia” (I Cor 9,16)
O Apóstolo Paulo ficou por 18 meses em Corinto onde formou uma comunidade Cristã (At. 18,10-11). Além de Corinto fundou várias outras comunidades cristãs como Filipenses, e às escreve não para anunciar, mas explicitar o que já foi anunciado nas suas viagens que no total foram 3. Seus escritos não são meras Cartas com notícias, nem “epístolas” no sentido formal. São, na verdade, conselhos e explicações sobre dúvidas, advertências e sugestões para um bom andamento da comunidade; que certamente, servem para nós hoje.
Paulo escreve para a comunidade de Corinto porque outrora recebera uma delegação de lá com uma carta relatando os problemas e as questões da comunidade em busca de orientações. Dentro da Comunidade havia sérias ameaças à comunhão (1,10-4,21); à pureza dos costumes (5,1-13; 6,12-20); ao sentido do casamento e da virgindade (7,1-40); à ordem das assembléias religiosas e celebrações da eucaristia (11-12) e ao exercício dos dons ou carismas.
Problemas de fora também afetavam a vida em comunidade: o ambiente pagão de permissividade sexual; o costume de oferecer carne aos ídolos; a variedade de crenças religiosas; a exclusão social (grande número de escravos), dentre vários outros.
Na cidade de Corinto havia templos dedicados somente às divindades gregas, como: Apolo, Asclépio, Afrodite, Posseidon e outros deuses.
Nas orientações de Paulo à comunidade de Corinto, destacamos alguns princípios básicos, sinais de coerência do seu pensamento e do cuidado para que a comunidade preserve sua conduta e identidade cristãs. Assim, Paulo se opõe à libertinagem, à permissividade sexual ilimitada dos pagãos de Corinto.
É nesse sentido que Paulo nos diz: “sois templo do Espírito Santo” (I Cor, 3,16). O templo é lugar venerado e respeitado, em todo o Antigo Testamento, agora o Novo templo não é apenas um recinto, e sim a comunidade Cristã e cada um de nós que somos morada do Espírito Santo de Deus.
E refletindo sobre tudo que nos diz Paulo em seus escritos é que pensamos o que temos feito para matermo-nos com conduta e identidade cristãs.
No mundo da modernidade onde nos deparamos com drogas, músicas profanas, bebidas, roupas devassas e comportamentos afetivos e sexuais indevidos que não condizem com a moral e ética cristãs, não é nada fácil buscar assemelhar-se a Cristo nos pensamentos, palavras, atitudes e relacionamentos.
Mas devemos seguir sempre com nossos esforços, e acima de tudo com a força do alto que nos é dada, o Espírito Santo de Deus. Buscar sempre caminhar conforme nos diz São Paulo: “Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim (...)” (Gal. 2,20)
Ser cristão é conhecer, crer, declarar e viver o Cristo ressuscitado todos os dias e momentos da nossa vida é esmerar-se nos pensamentos e atitudes a Jesus, é antes de tomar qualquer decisão refletir se ela é ou não embasada naquilo que é parte daquele que viveu, morreu e ressuscitou por nós.
Ser Cristão não é assemelhar-se aos outros e nem se entristecer-se por não ser igual aos outros é saber que no fim e no inicio de qualquer situação ou problema é sempre entre você e Deus e nunca entre você e os outros.
Ser Cristão é amar ao próximo não como quem ama só por amar é como quem ama porque sabe verdadeiramente o que é doar-se, esperar, cuidar, não ter inveja e ser sempre reflexo de Deus e do seu amor em todo lugar que passar, sendo assim sal e luz, com sabor.
Ser Cristão não é apenas estar na Igreja ou dizer: Senhor, Senhor; mas sim procurar conhecer e adentrar mais e mais nas profundezas do amor de Deus, na Santa Comunhão e em todos os sacramentos que nos torna mais próximos d’Ele.
Ser Cristão é buscar no silêncio do seu coração a presença de Deus na natureza, no brilho do olhar de seus semelhantes e no sorriso de uma criança.
Ser Cristão é não querer ganhar o mundo e suas propostas, mas sim ganhar a vida eterna, é não se importar em entender o mundo, mas sim querer entender a história da salvação que nos é proposta por Jesus.
Ser Cristão é buscar os Sacramentos da nossa Santa Igreja, é guiar-se e animar-se não com as drogas ou a sexualidade desenfreada, mas com a vida, a alegria e o poder de Deus em Cristo Jesus e buscar consolo no Paraclito, o Espírito Santo, o consolador.
Luana Barros
Comunidade Nossa Senhora das Graças
Imperatriz, Maranhão
14/05/2009
*Todos os direitos reservados.
Fonte de pesquisa:
*Bíblia do Peregrino- Edição de estudo. Paulus 2002
*Serviço de Animação Bíblica (SAB). A caridade sustenta a Comunidade. 2009
O Apóstolo Paulo ficou por 18 meses em Corinto onde formou uma comunidade Cristã (At. 18,10-11). Além de Corinto fundou várias outras comunidades cristãs como Filipenses, e às escreve não para anunciar, mas explicitar o que já foi anunciado nas suas viagens que no total foram 3. Seus escritos não são meras Cartas com notícias, nem “epístolas” no sentido formal. São, na verdade, conselhos e explicações sobre dúvidas, advertências e sugestões para um bom andamento da comunidade; que certamente, servem para nós hoje.
Paulo escreve para a comunidade de Corinto porque outrora recebera uma delegação de lá com uma carta relatando os problemas e as questões da comunidade em busca de orientações. Dentro da Comunidade havia sérias ameaças à comunhão (1,10-4,21); à pureza dos costumes (5,1-13; 6,12-20); ao sentido do casamento e da virgindade (7,1-40); à ordem das assembléias religiosas e celebrações da eucaristia (11-12) e ao exercício dos dons ou carismas.
Problemas de fora também afetavam a vida em comunidade: o ambiente pagão de permissividade sexual; o costume de oferecer carne aos ídolos; a variedade de crenças religiosas; a exclusão social (grande número de escravos), dentre vários outros.
Na cidade de Corinto havia templos dedicados somente às divindades gregas, como: Apolo, Asclépio, Afrodite, Posseidon e outros deuses.
Nas orientações de Paulo à comunidade de Corinto, destacamos alguns princípios básicos, sinais de coerência do seu pensamento e do cuidado para que a comunidade preserve sua conduta e identidade cristãs. Assim, Paulo se opõe à libertinagem, à permissividade sexual ilimitada dos pagãos de Corinto.
É nesse sentido que Paulo nos diz: “sois templo do Espírito Santo” (I Cor, 3,16). O templo é lugar venerado e respeitado, em todo o Antigo Testamento, agora o Novo templo não é apenas um recinto, e sim a comunidade Cristã e cada um de nós que somos morada do Espírito Santo de Deus.
E refletindo sobre tudo que nos diz Paulo em seus escritos é que pensamos o que temos feito para matermo-nos com conduta e identidade cristãs.
No mundo da modernidade onde nos deparamos com drogas, músicas profanas, bebidas, roupas devassas e comportamentos afetivos e sexuais indevidos que não condizem com a moral e ética cristãs, não é nada fácil buscar assemelhar-se a Cristo nos pensamentos, palavras, atitudes e relacionamentos.
Mas devemos seguir sempre com nossos esforços, e acima de tudo com a força do alto que nos é dada, o Espírito Santo de Deus. Buscar sempre caminhar conforme nos diz São Paulo: “Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim (...)” (Gal. 2,20)
Ser cristão é conhecer, crer, declarar e viver o Cristo ressuscitado todos os dias e momentos da nossa vida é esmerar-se nos pensamentos e atitudes a Jesus, é antes de tomar qualquer decisão refletir se ela é ou não embasada naquilo que é parte daquele que viveu, morreu e ressuscitou por nós.
Ser Cristão não é assemelhar-se aos outros e nem se entristecer-se por não ser igual aos outros é saber que no fim e no inicio de qualquer situação ou problema é sempre entre você e Deus e nunca entre você e os outros.
Ser Cristão é amar ao próximo não como quem ama só por amar é como quem ama porque sabe verdadeiramente o que é doar-se, esperar, cuidar, não ter inveja e ser sempre reflexo de Deus e do seu amor em todo lugar que passar, sendo assim sal e luz, com sabor.
Ser Cristão não é apenas estar na Igreja ou dizer: Senhor, Senhor; mas sim procurar conhecer e adentrar mais e mais nas profundezas do amor de Deus, na Santa Comunhão e em todos os sacramentos que nos torna mais próximos d’Ele.
Ser Cristão é buscar no silêncio do seu coração a presença de Deus na natureza, no brilho do olhar de seus semelhantes e no sorriso de uma criança.
Ser Cristão é não querer ganhar o mundo e suas propostas, mas sim ganhar a vida eterna, é não se importar em entender o mundo, mas sim querer entender a história da salvação que nos é proposta por Jesus.
Ser Cristão é buscar os Sacramentos da nossa Santa Igreja, é guiar-se e animar-se não com as drogas ou a sexualidade desenfreada, mas com a vida, a alegria e o poder de Deus em Cristo Jesus e buscar consolo no Paraclito, o Espírito Santo, o consolador.
Luana Barros
Comunidade Nossa Senhora das Graças
Imperatriz, Maranhão
14/05/2009
*Todos os direitos reservados.
Fonte de pesquisa:
*Bíblia do Peregrino- Edição de estudo. Paulus 2002
*Serviço de Animação Bíblica (SAB). A caridade sustenta a Comunidade. 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Anjos e demônios: demonstra interesse pela Igreja
Entrevista com o Pe. John Wauck
Por Jesús Colina
ROMA, quinta-feira, 14 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O filme Anjos e demônios, apesar de seus incríveis erros baseados na novela de Dan Brown, mostra o enorme interesse que a Igreja Católica suscita, considera um sacerdote que possui um dos blogs mais populares sobre O Código Da Vinci.
O Pe. John Wauck, da prelazia pessoal do Opus Dei, nascido em Chicago, professor de literatura e comunicação da fé na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma, estudou história da literatura na Universidade de Harvard.
Nesta entrevista concedida a Zenit, ele constata um dado irrefutável sobre este interesse pela Igreja: nunca houve tantos peregrinos em Roma como nos últimos anos.
- Você acha que Dan Brown tem alguma espécie de fixação com a Igreja?
- Pe. Wauck: Às vezes eu me pergunto o que faria Dan Brown sem a Igreja Católica. Quase tudo o que existe de interesse em suas novelas tem relação com o catolicismo. Certamente, não são os seus personagens fictícios nem os diálogos ortopédicos que atraem as pessoas. Isso explica que o principal efeito do Código Da Vinci não tenha sido uma diminuição da prática ou das crenças religiosas, e sim um claro aumento do turismo a Roma... e ao Louvre.
A fórmula de Dan Brown para vender livros é oferecer um coquetel de história, arte, religião e mistério; e parece que há um único lugar no mundo atual onde é capaz de encontrar todas essas coisas juntas: em Roma, na Igreja Católica.
Se a história, a beleza e os mistérios sagrados o atraem, também deve atraí-lo a Igreja. Se você se coloca na Praça de São Pedro, em Roma, a poucos metros verá uma necrópole romana, um obelisco egípcio trazido a Roma por Calígula, o túmulo de São Pedro, o lugar do atentado ao seu sucessor João Paulo II, a abóbada da Capela Sistina e a Pietà de Miguelangelo, as Estâncias de Rafael, o baldaquino de Bernini, a maior basílica do mundo e peregrinos procedentes do mundo inteiro. E não se trata de um museu; é uma realidade viva que nos coloca em contato direto com 20séculos de história, desde a antiguidade até nossos dias. Que mais pode pedir um novelista como Dan Brown? Certamente, é difícil encontrar algo semelhante na América suburbana, onde a maioria dos seus leitores mora.
Isto é, se Dan Brown parece fascinado pela Igreja, é preciso reconhecer que não é o único: em Roma existe agora mais peregrinos que nunca. Eles vêm para ver a cidade e para ouvir Bento XVI. E seu interesse não é mera coincidência. Este ano, na Páscoa, 150 mil adultos foram recebidos na Igreja Católica no meu país, Estados Unidos.
- Você acha que a decisão do Vaticano de não permitir filmagens nas igrejas de Roma representa um trato desfavorável com relação aos produtores?
- Pe. Wauck: Moro em Roma desde os 14 anos e nunca vi uma equipe de filmagens de Hollywood em uma igreja. Como regra geral, não se fazem filmes comerciais, sejam ou não piedosos, nas igrejas de Roma. Não se poderia filmar nem sequer Os 10 mandamentos. Naturalmente, não haveria por que fazer uma exceção com Anjos e Demônios. O trato que este filme recebeu foi o mesmo que se dá a qualquer outro. O resto são historietas do departamento de marketing do filme.
- Anjos e demônios pressupõe uma hostilidade natural entre a fé cristã e a ciência moderna. O que você opina sobre isso?
- Pe. Wauck: É relativamente fácil advertir que grande parte da melhor arte do mundo ocidental música, pintura, literatura, arquitetura é produto de uma cultura cristã: foi inspirada frequentemente pela fé, quando não diretamente solicitada pela Igreja. Isso parece óbvio. Pois bem, algo similar acontece com a ciência, só que é mais difícil perceber isso.
Pense, por exemplo, nas universidades, que são uma invenção da Igreja. Pense em Copérnico, que era um clérigo católico e que dedicou seu livro sobre o heliocentrismo ao Papa. O calendário que usamos é chamado de calendário gregoriano, pois foi promulgado por um Papa, Gregório XIII, que fez os astrônomos e matemáticos mais destacados da sua época trabalharem nisso. O próprio Galileu sempre foi um católico devoto e suas duas filhas foram freiras. Um dos maiores astrônomos italianos do século XIX foi um sacerdote jesuíta, Ângelo Secchi. O pai da genética moderna, Gregor Mendel, era um monge católico. O autor da teoria do Big Bang foi um sacerdote belga, Georges Lemaitre.
Em definitivo, a ideia de que há certa tensão natural entre a ciência e a Igreja,entre a razão e a fé, não tem sentido. Hoje, as pessoas, quando ouvem falar de ciência e Igreja, pensam imediatamente no processo de Galileu no século XVII. Mas uma percepção mais ampla das coisas obriga a ver este caso tão complicado frequentemente distorcido por certa propaganda anticatólica como uma manifesta exceção. Se os críticos da Igreja sempre o trazem à tona, é por um motivo: porque é a única coisa à qual podem se referir. Ou seja, quando ouvimos falar de ciência e Igreja, deveríamos pensar em Copérnico, Secchi, Mendel e Lemaitre: são estes os casos representativos. Não o é, no entanto, o processo de Galileu.
- Há algum aspecto do livro que tenha lhe parecido interessante?
- Pe. Wauck: Sim. Há uma passagem da novela na qual o herói, o professor Langdon, da Universidade de Harvard, encontra-se na frente da basílica de São Pedro e os pensamentos que povoam sua mente neste momento na novela, ele é a voz da autoridade científica parecem realmente o comercial do catolicismo.
Dá a impressão de que estamos lendo o Catecismo da Igreja Católica, ao invés da novela de Dan Brown. A passagem é esta: Pedro é a pedra. A fé de Pedro em Deus foi tão firme, que Jesus o chamou de a pedra, o discípulo incomovível sobre cujos ombros Jesus construiria sua Igreja. Neste lugar, pensou Langdon, na colina do Vaticano, Pedro havia sido crucificado e enterrado. Os primeiros cristãos construíram um pequeno santuário sobre o seu túmulo. À medida que o cristianismo se estendeu, o santuário cresceu, passo a passo, até converter-se nesta basílica colossal. Toda a fé católica havia sido levantada, literalmente, sobre São Pedro. A pedra (Anjos e demônios, cap. 118).
Não daria para fazer um anúncio publicitário gigante no Times Square, mas não está mal.
- Você não acha que com esta entrevista estamos promovendo gratuitamente o filme?
- Pe. Wauck: Quem está promovendo quem? Esta é a questão. Possivelmente, há publicidade nas duas direções, mas se consideramos o tempo, as energias e os milhões de dólares empregados na produção e promoção deste filme, eu diria que nós estamos levando a melhor parte. Isto é, que talvez Deus esteja se servindo de Hollywood para atrair a atenção de alguns sobre as riquezas da fé e da cultura católicas.
Dito isso, devo acrescentar que não tenho a intenção de gastar meu tempo e meu dinheiro vendo este filme, As resenhas do filme O Código Da Vinci, feito pela mesma equipe, foram suficientemente sarcásticas como para podermos economizar a visão deste.
Por Jesús Colina
ROMA, quinta-feira, 14 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O filme Anjos e demônios, apesar de seus incríveis erros baseados na novela de Dan Brown, mostra o enorme interesse que a Igreja Católica suscita, considera um sacerdote que possui um dos blogs mais populares sobre O Código Da Vinci.
O Pe. John Wauck, da prelazia pessoal do Opus Dei, nascido em Chicago, professor de literatura e comunicação da fé na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma, estudou história da literatura na Universidade de Harvard.
Nesta entrevista concedida a Zenit, ele constata um dado irrefutável sobre este interesse pela Igreja: nunca houve tantos peregrinos em Roma como nos últimos anos.
- Você acha que Dan Brown tem alguma espécie de fixação com a Igreja?
- Pe. Wauck: Às vezes eu me pergunto o que faria Dan Brown sem a Igreja Católica. Quase tudo o que existe de interesse em suas novelas tem relação com o catolicismo. Certamente, não são os seus personagens fictícios nem os diálogos ortopédicos que atraem as pessoas. Isso explica que o principal efeito do Código Da Vinci não tenha sido uma diminuição da prática ou das crenças religiosas, e sim um claro aumento do turismo a Roma... e ao Louvre.
A fórmula de Dan Brown para vender livros é oferecer um coquetel de história, arte, religião e mistério; e parece que há um único lugar no mundo atual onde é capaz de encontrar todas essas coisas juntas: em Roma, na Igreja Católica.
Se a história, a beleza e os mistérios sagrados o atraem, também deve atraí-lo a Igreja. Se você se coloca na Praça de São Pedro, em Roma, a poucos metros verá uma necrópole romana, um obelisco egípcio trazido a Roma por Calígula, o túmulo de São Pedro, o lugar do atentado ao seu sucessor João Paulo II, a abóbada da Capela Sistina e a Pietà de Miguelangelo, as Estâncias de Rafael, o baldaquino de Bernini, a maior basílica do mundo e peregrinos procedentes do mundo inteiro. E não se trata de um museu; é uma realidade viva que nos coloca em contato direto com 20séculos de história, desde a antiguidade até nossos dias. Que mais pode pedir um novelista como Dan Brown? Certamente, é difícil encontrar algo semelhante na América suburbana, onde a maioria dos seus leitores mora.
Isto é, se Dan Brown parece fascinado pela Igreja, é preciso reconhecer que não é o único: em Roma existe agora mais peregrinos que nunca. Eles vêm para ver a cidade e para ouvir Bento XVI. E seu interesse não é mera coincidência. Este ano, na Páscoa, 150 mil adultos foram recebidos na Igreja Católica no meu país, Estados Unidos.
- Você acha que a decisão do Vaticano de não permitir filmagens nas igrejas de Roma representa um trato desfavorável com relação aos produtores?
- Pe. Wauck: Moro em Roma desde os 14 anos e nunca vi uma equipe de filmagens de Hollywood em uma igreja. Como regra geral, não se fazem filmes comerciais, sejam ou não piedosos, nas igrejas de Roma. Não se poderia filmar nem sequer Os 10 mandamentos. Naturalmente, não haveria por que fazer uma exceção com Anjos e Demônios. O trato que este filme recebeu foi o mesmo que se dá a qualquer outro. O resto são historietas do departamento de marketing do filme.
- Anjos e demônios pressupõe uma hostilidade natural entre a fé cristã e a ciência moderna. O que você opina sobre isso?
- Pe. Wauck: É relativamente fácil advertir que grande parte da melhor arte do mundo ocidental música, pintura, literatura, arquitetura é produto de uma cultura cristã: foi inspirada frequentemente pela fé, quando não diretamente solicitada pela Igreja. Isso parece óbvio. Pois bem, algo similar acontece com a ciência, só que é mais difícil perceber isso.
Pense, por exemplo, nas universidades, que são uma invenção da Igreja. Pense em Copérnico, que era um clérigo católico e que dedicou seu livro sobre o heliocentrismo ao Papa. O calendário que usamos é chamado de calendário gregoriano, pois foi promulgado por um Papa, Gregório XIII, que fez os astrônomos e matemáticos mais destacados da sua época trabalharem nisso. O próprio Galileu sempre foi um católico devoto e suas duas filhas foram freiras. Um dos maiores astrônomos italianos do século XIX foi um sacerdote jesuíta, Ângelo Secchi. O pai da genética moderna, Gregor Mendel, era um monge católico. O autor da teoria do Big Bang foi um sacerdote belga, Georges Lemaitre.
Em definitivo, a ideia de que há certa tensão natural entre a ciência e a Igreja,entre a razão e a fé, não tem sentido. Hoje, as pessoas, quando ouvem falar de ciência e Igreja, pensam imediatamente no processo de Galileu no século XVII. Mas uma percepção mais ampla das coisas obriga a ver este caso tão complicado frequentemente distorcido por certa propaganda anticatólica como uma manifesta exceção. Se os críticos da Igreja sempre o trazem à tona, é por um motivo: porque é a única coisa à qual podem se referir. Ou seja, quando ouvimos falar de ciência e Igreja, deveríamos pensar em Copérnico, Secchi, Mendel e Lemaitre: são estes os casos representativos. Não o é, no entanto, o processo de Galileu.
- Há algum aspecto do livro que tenha lhe parecido interessante?
- Pe. Wauck: Sim. Há uma passagem da novela na qual o herói, o professor Langdon, da Universidade de Harvard, encontra-se na frente da basílica de São Pedro e os pensamentos que povoam sua mente neste momento na novela, ele é a voz da autoridade científica parecem realmente o comercial do catolicismo.
Dá a impressão de que estamos lendo o Catecismo da Igreja Católica, ao invés da novela de Dan Brown. A passagem é esta: Pedro é a pedra. A fé de Pedro em Deus foi tão firme, que Jesus o chamou de a pedra, o discípulo incomovível sobre cujos ombros Jesus construiria sua Igreja. Neste lugar, pensou Langdon, na colina do Vaticano, Pedro havia sido crucificado e enterrado. Os primeiros cristãos construíram um pequeno santuário sobre o seu túmulo. À medida que o cristianismo se estendeu, o santuário cresceu, passo a passo, até converter-se nesta basílica colossal. Toda a fé católica havia sido levantada, literalmente, sobre São Pedro. A pedra (Anjos e demônios, cap. 118).
Não daria para fazer um anúncio publicitário gigante no Times Square, mas não está mal.
- Você não acha que com esta entrevista estamos promovendo gratuitamente o filme?
- Pe. Wauck: Quem está promovendo quem? Esta é a questão. Possivelmente, há publicidade nas duas direções, mas se consideramos o tempo, as energias e os milhões de dólares empregados na produção e promoção deste filme, eu diria que nós estamos levando a melhor parte. Isto é, que talvez Deus esteja se servindo de Hollywood para atrair a atenção de alguns sobre as riquezas da fé e da cultura católicas.
Dito isso, devo acrescentar que não tenho a intenção de gastar meu tempo e meu dinheiro vendo este filme, As resenhas do filme O Código Da Vinci, feito pela mesma equipe, foram suficientemente sarcásticas como para podermos economizar a visão deste.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
PARABÉNS PADRE TARCISIO
sexta-feira, 8 de maio de 2009
SEMINÁRIO “BOM PASTOR” – INSTITUIÇÃO DE LEITORES E ACÓLITOS
Na quarta-feira última, 06 de maio, em celebração eucarística presidida por Dom Gilberto, alguns dos seminaristas de nossa Diocese receberam os ministério de Leitor e Acólito. A celebração foi realizada na capela do Seminário “Bom Pastor”, em São Luís, e contou com a presença dos padres Elisvaldo (Reitor do Seminário de Imperatriz), Hélio (Reitor do Seminário de Coroatá) e Erenaldo (da Diocese de Zé Doca). A celebração eucarística contou ainda com a presença de familiares, amigos, seminaristas de outras dioceses, religiosos e de alguns membros das comunidades em que os seminaristas fazem pastoral e da comunidade do bairro Sá Viana, onde se localiza o Seminário.
O Leitorato e o Acolitato são dois dos ministérios da Igreja que são conferidos mediante rito litúrgico próprio. Não são reservados aos que se preparam para o sacerdócio, podendo ser conferidos a leigos também. Entretanto, atualmente, é mais comum que apenas os candidatos ao diaconato e ao presbiterato sejam instituídos como leitores e acólitos. Em nossas comunidades essas funções são confiadas a leigos e leigas que, apesar de não terem recebido este ministério através de um rito litúrgico, os desempenham com dedicação e dignidade.
Segundo a Carta Apostólica motu proprio datae “Ministeria quaedam”, do Papa Paulo VI (1972), que restaurou a disciplina dos ministérios na Igreja, estas são as funções dos leitores e acólitos:
“V. O Leitor é instituído para a função que lhe é própria: ler a Palavra de Deus nas assembléias litúrgicas. Por isso mesmo, na missa e nos demais atos sagrados, competem-lhes as leituras da Sagrada Escritura (à exceção, porém, do Evangelho); na falta do salmista, recitará também o salmo entre as leituras; apresentará as intenções da oração universal dos fiéis, quando não houver diácono ou cantor à disposição. Cabe-lhe, ainda: dirigir o canto e orientar a participação do povo fiel, bem como instruir os fiéis para a recepção digna dos sacramentos. Poderá, além disto, na medida em que for necessário, ocupar-se da preparação de outros fiéis que sejam encarregados temporariamente da leitura da Sagrada Escritura nos atos sagrados.
“[...] VI. O Acólito é instituído para ajudar o Diácono e para servir ao Sacerdote. É sua tarefa, portanto: cuidar do serviço do altar; auxiliar o Diácono e o Sacerdote nos atos litúrgicos, sobretudo na celebração da Santa Missa; distribuir, como ministro extraordinário, a Sagrada Comunhão [...]. Pode ser encarregado ainda, em circunstâncias extraordinárias, de expor publicamente o Santíssimo Sacramento à adoração dos fiéis, e fazer depois a reposição; não pode, porém, dar a bênção ao povo. Na medida em que for necessário, poderá também cuidar da instrução de outros fiéis que forem encarregados temporariamente de ajudar o Diácono ou o Sacerdote nos atos litúrgicos, transportando o missal, a cruz, as velas etc., ou exercendo outras funções desse tipo.”
Receberam o Leitorato os seminaristas Carlos Eduardo dos Santos Cardim, Laersio da Silva Machado, Paulo Paiva de Sousa e Robson Carvalho Bezerra.
Receberam o Acolitato os seminaristas Francildo Guimarães Sousa, Francisco Nilson Bezerra de Sousa, Paulo Roberto Rodrigues Nunes.
Após a missa houve um alegre momento de convivência entre os convidados e os seminaristas.
Atualmente o Seminário “Bom Pastor” conta com dez seminaristas. Além dos já citados, que cursam teologia, há ainda os estudantes de filosofia: Evaristo de Assis Oliveira dos Santos, João Pedro Miranda Pereira, Pollycléssio Mota Sá.
Desde quarta-feira Dom Gilberto está fazendo visita pastoral ao Seminário. A visita será encerrada com a celebração eucarística hoje, sexta-feira (08/05), às 18h30.
O Leitorato e o Acolitato são dois dos ministérios da Igreja que são conferidos mediante rito litúrgico próprio. Não são reservados aos que se preparam para o sacerdócio, podendo ser conferidos a leigos também. Entretanto, atualmente, é mais comum que apenas os candidatos ao diaconato e ao presbiterato sejam instituídos como leitores e acólitos. Em nossas comunidades essas funções são confiadas a leigos e leigas que, apesar de não terem recebido este ministério através de um rito litúrgico, os desempenham com dedicação e dignidade.
Segundo a Carta Apostólica motu proprio datae “Ministeria quaedam”, do Papa Paulo VI (1972), que restaurou a disciplina dos ministérios na Igreja, estas são as funções dos leitores e acólitos:
“V. O Leitor é instituído para a função que lhe é própria: ler a Palavra de Deus nas assembléias litúrgicas. Por isso mesmo, na missa e nos demais atos sagrados, competem-lhes as leituras da Sagrada Escritura (à exceção, porém, do Evangelho); na falta do salmista, recitará também o salmo entre as leituras; apresentará as intenções da oração universal dos fiéis, quando não houver diácono ou cantor à disposição. Cabe-lhe, ainda: dirigir o canto e orientar a participação do povo fiel, bem como instruir os fiéis para a recepção digna dos sacramentos. Poderá, além disto, na medida em que for necessário, ocupar-se da preparação de outros fiéis que sejam encarregados temporariamente da leitura da Sagrada Escritura nos atos sagrados.
“[...] VI. O Acólito é instituído para ajudar o Diácono e para servir ao Sacerdote. É sua tarefa, portanto: cuidar do serviço do altar; auxiliar o Diácono e o Sacerdote nos atos litúrgicos, sobretudo na celebração da Santa Missa; distribuir, como ministro extraordinário, a Sagrada Comunhão [...]. Pode ser encarregado ainda, em circunstâncias extraordinárias, de expor publicamente o Santíssimo Sacramento à adoração dos fiéis, e fazer depois a reposição; não pode, porém, dar a bênção ao povo. Na medida em que for necessário, poderá também cuidar da instrução de outros fiéis que forem encarregados temporariamente de ajudar o Diácono ou o Sacerdote nos atos litúrgicos, transportando o missal, a cruz, as velas etc., ou exercendo outras funções desse tipo.”
Receberam o Leitorato os seminaristas Carlos Eduardo dos Santos Cardim, Laersio da Silva Machado, Paulo Paiva de Sousa e Robson Carvalho Bezerra.
Receberam o Acolitato os seminaristas Francildo Guimarães Sousa, Francisco Nilson Bezerra de Sousa, Paulo Roberto Rodrigues Nunes.
Após a missa houve um alegre momento de convivência entre os convidados e os seminaristas.
Atualmente o Seminário “Bom Pastor” conta com dez seminaristas. Além dos já citados, que cursam teologia, há ainda os estudantes de filosofia: Evaristo de Assis Oliveira dos Santos, João Pedro Miranda Pereira, Pollycléssio Mota Sá.
Desde quarta-feira Dom Gilberto está fazendo visita pastoral ao Seminário. A visita será encerrada com a celebração eucarística hoje, sexta-feira (08/05), às 18h30.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
NOTA DE FALECIMENTO
É com pesar que comunicamos o falecimento do Sr. Geraldo de Paiva, ocorrido nesta manhã no hospital São Rafael.
O Sr. Geraldo é genitor do Pe. Eliezer Cézar de Paiva. Seu corpo está sendo velado em sua residência.
Convidamos todos a participarem das exéquias que será celebrada na quarta-feira dia 06 as 08h00 na Igreja de Santa Teresa, seguindo de seu sepultamento as 9h00. Agradecemos a todos os que participarão deste ato de piedade cristã.
O Sr. Geraldo é genitor do Pe. Eliezer Cézar de Paiva. Seu corpo está sendo velado em sua residência.
Convidamos todos a participarem das exéquias que será celebrada na quarta-feira dia 06 as 08h00 na Igreja de Santa Teresa, seguindo de seu sepultamento as 9h00. Agradecemos a todos os que participarão deste ato de piedade cristã.
PADRE RIBAMAR É ACOLHIDO EM SÃO PEDRO DA ÁGUA BRANCA E VILA NOVA DOS MARTIRIOS
Em uma cerimônia cheia de simplicidade e significado religioso o Pe. José Ribamar foi muito bem acolhido neste domingo as 10h30 na Paróquia Nossa Senhora da Penha em Vila Nova dos Martírios e as 19h30 na Paróquia de São Pedro no municipio de São Pedro da Água Branca. Estiveram presentes os padres Cícero e Joaristom e um casal de Imperatriz representando a Paróquia do Menino Jesus.
A cerimônia de acolhida em Vila Nova dos Martírios, foi prejudicada pelas péssimas condições em que se encontra a estrada do arroz, uma vez que a BR 010 encontra-se instransitável desde a última sexta feira. Veja a seguir, fotos da acolhida em Vila Nova dos Martírios, São Pedro e as condições em que se encontra a Estrada do Arroz.

A cerimônia de acolhida em Vila Nova dos Martírios, foi prejudicada pelas péssimas condições em que se encontra a estrada do arroz, uma vez que a BR 010 encontra-se instransitável desde a última sexta feira. Veja a seguir, fotos da acolhida em Vila Nova dos Martírios, São Pedro e as condições em que se encontra a Estrada do Arroz.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
PARABÉNS JOSAFÁ
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