sábado, 22 de março de 2008


As vezes devemos parar e nos perguntar até onde já fomos... O céu é o limite! Venha e participe do XV retiro de 1ª experiência do Grupo de Oração Poço de Jacó, com o tema: "Há um clima diferente".

terça-feira, 18 de março de 2008

A DISCUSSÃO SOBRE OS EMBRIÕES


Dom Fernando Arêas Rifan*

Procurarei, nesse artigo, sintetizar o que já foi dito a respeito por pessoas gabaritadas, centralizando a questão no seu ponto principal.
No processo que define a proibição ou não das pesquisas com células tronco embrionárias no país, o que realmente está em discussão é se o embrião é ser humano ou é coisa. Se for coisa, então não merece respeito algum, pode ser manipulado, congelado ou destruído e pode ser usado como simples material biológico descartável. Mas se o embrião – óvulo de mulher fecundado por espermatozóide de homem, mesmo fora do útero materno – for um ser humano, então ele tem dignidade humana, não pode ser manipulado e instrumentalizado em pesquisas ou terapias.
Como se trata de um fato científico e não de um dogma religioso, se não queremos ouvir a Igreja, defensora da vida contra a cultura da morte que se quer instalar, ouçamos então a ciência:
Os tratados de Embriologia Humana afirmam que o início da vida humana se dá na concepção, ou seja, no exato momento da junção dos gametas feminino e masculino, fato já descrito pelo Pai da Embriologia Moderna, Karl Ernst vom Baer, em 1827. Recentemente, em setembro de 2006, no Congresso em Roma “Steam Cells: what future for terapy”, mais de 300 cientistas de todo o mundo se posicionaram pelo respeito ao ser humano desde a concepção. Citamos o grande cientista Dr. Jérôme Lejeune, professor da universidade René Descartes, em Paris, descobridor da Síndrome de Dawn, que dedicou toda a sua vida ao estudo da genética fundamental: "Não quero repetir o óbvio, mas, na verdade, a vida começa na fecundação. Quando os 23 cromossomos masculinos se encontram com os 23 cromossomos da mulher, todos os dados genéticos que definem o novo ser humano estão presentes. A fecundação é o marco do início da vida. Daí para frente, qualquer método artificial para destruí-la é um assassinato."
O julgamento em andamento no Supremo Tribunal Federal sobre a permissão do uso de embriões humanos na pesquisa científica tem levado alguns a acusar a Igreja de obscurantismo e entrave da ciência. Mas a questão é de princípios, sobretudo éticos e morais, que não se discutem pelas conseqüências acidentais até prejudiciais que possam trazer. Não se mantendo os princípios, podem se seguir absurdos morais e sociais, embora não imediatamente.
O princípio primordial é que o fim não justifica os meios. Se não, caímos no maquiavelismo. Porque se o fim justificasse os meios, para sanar a pobreza de uma família numerosa poderíamos matar alguns filhos e melhoraríamos a economia doméstica, poderíamos matar muitos doentes incuráveis nos hospitais para dar lugar a outros pacientes curáveis, com atendimento de melhor qualidade. Nesse caso, os nazistas teriam razão em fazer experiências científicas nos que eles consideravam raças inferiores, em nome do progresso da ciência. Seria obscurantista quem protestasse contra o uso de seres humanos como cobaias para o progresso científico? Estaria entravando a ciência ou salvando a moralidade e a dignidade da pessoa humana?
O ser humano tem sua dignidade própria e não pode ser igualado aos animais irracionais. Se um cavalo fratura a perna poderá ser sacrificado, porque perderá sua utilidade e sofrerá em vão. O mesmo não podemos fazer com o ser humano, cuja dignidade não se mede pela sua utilidade, mas pela sua essência. E isso é lei moral natural e não religiosa.
Hoje se protesta contra o uso de ratos em experiências de laboratório, mas querem a aprovação do aborto e de experiências em embriões humanos, como cobaias. Protesta-se contra a matança das focas, das baleias e dos golfinhos. E devemos mesmo protestar. Mas e quanto à matança dos seres humanos inocentes? Terão menos valor?
No Brasil não há pena de morte para culpados de qualquer crime. Passará a haver então pena de morte para inocentes?

RESPONDENDO OBJEÇÕES.

Vamos agora responder aos argumentos mais comuns em favor da liberação das pesquisas em embriões humanos.
Alguém poderia objetar que a lei em discussão no STF prevê que os embriões liberados para a pesquisa seriam aqueles que estivessem congelados há pelo menos três anos e que tenham até 14 dias, fase conhecida como blastocisto -quando não há resquício de sistema nervoso no embrião. Portanto não seriam humanos ainda. Mas esse argumento de que esses embriões não são humanos porque não detêm células do tecido nervoso não convence, porque o sistema nervoso humano - que lá já estava embrionariamente, senão não se desenvolveria depois - realmente só se completa anos depois do nascimento, e nem por isso eliminamos nossos bebês recém-nascidos.
Alguns pesquisadores argumentam que, se a morte deve ser encarada como morte cerebral, o início da vida também deveria assim ser considerado. Mas uma coisa é um cérebro morto, portanto sem chances de viver, e outra é um cérebro ainda em embrião, com chances de viver após o desenvolvimento, o que é comprovado pela própria experiência.
O argumento de que não são humanos porque ainda não foram implantados e são chamados pré-embriões também não convence, porque não é o ambiente que o faz ser humano mas a sua essência. E ele não muda de essência ao ser implantado em um útero materno, dando origem a um bebê. Do mesmo modo a justificativa de que ainda não passaram pela fase de nidação, portanto não são ainda humanos, também não é convincente, pois um ser humano não perde sua identidade quando impedido de se alimentar.
Outros defendem a destruição de embriões humanos visando a possibilidade de uma vida digna para os que sofrem de doenças hoje incuráveis. Mas a limitação física não reduz a dignidade humana e o grau de drama de uma pessoa não é critério ético para acabar com uma vida alheia. Não se faz um mal para obter um bem.
Ademais, não há sequer um resultado positivo com pesquisas com células tronco embrionárias, ao longo dos últimos dez anos. Todas as tentativas, no mundo inteiro, só produziram teratomas, isto é, tumores Por outro lado, há inúmeros resultados positivos das pesquisas com células tronco adultas, que não apresentam objeções éticas. Então por que não usa-las, ao invés de tentar inutilmente usar embriões, dando vãs esperanças aos necessitados. A Igreja é a favor da cura dos que sofrem doenças hoje incuráveis, mas não em detrimento da dignidade humana e nem à custa da vida de outro ser humano, mesmo em formação.
Alguém poderia dizer que não estaríamos matando ninguém pois eles ainda não existiam. Talvez não vejamos isso a olho nu, mas num microscópio veríamos todos eles muito bem. Pois eles já existem, cada um com seu sexo, com sua cor de olhos e de cabelos, impressões digitais, tom de voz, tudo traçado em seus DNAs, únicos e pessoais. Se lhes fosse dada a oportunidade da gestação, não nasceria nenhum outro do que aquele que vimos anteriormente com apenas algumas células. Ele é único.
O cientista Oliver Smithies, prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2007, objeta que se uma célula tronco embrionária é usada para terapia, aquele embrião não é morto, pois daria vida a outra pessoa. Um verdadeiro absurdo ético e filosófico. Se assim fosse, poderíamos arrancar órgãos essenciais de pessoas vivas com saúde com a mesma desculpa de que continuarão vivas em outra pessoa.
Um senador, em defesa da pesquisa, usa o aparentemente poderoso argumento de que “saber em que momento surge a vida é questão científica e religiosa, mas saber quando a vida acaba é somente científico. E os cientistas afirmam que, depois que o embrião permanece congelado por três anos, é impossível que dali surja uma vida; se havia vida no momento da concepção, agora existe um ente morto. Não há, portanto, razão moral para considerar seu uso um atentado contra a vida”.
A melhor resposta a esta e a todas as objeções e argumentos em favor da utilização de embriões congelados em pesquisas de laboratório como cobaias, foi dada pela notícia publicada em primeira página da Folha de São Paulo de 10/3/2008: “Embrião congelado por 8 anos produz bebê”. Trata-se do menino Vinicius Dorte, filho de Maria Roseli Monteiro Rocha, de 41 anos, e de Luiz Henrique Dorti, 40, agora já com seis meses de idade, sadio, que seria candidato à destruição pela Lei de Biossegurança: pelos critérios dessa lei em julgamento, que considera inviáveis os embriões congelados há três anos, Vinicius seria indicado para pesquisas com células tronco embrionárias.
Até agora ele é o brasileiro que mais tempo passou congelado para poder finalmente ver a luz do sol. E a cada dia aumenta o número de crianças que se ajuntam a ele. Gerard, por exemplo, era um embrião congelado havia sete anos, quando foi implantado no ventre de Eva Tarrida, mulher espanhola de 41 anos. A salvação de Gerard foi um projeto da clínica Marqués (Barcelona, Espanha), que visa unir mulheres que desejam ter filhos com embriões produzidos a mais em processos de fertilização in vitro e rejeitados pelos pais "naturais" -logo, destinados à destruição e à morte.
Um dos mais ferrenhos defensores da pesquisa com embriões, o cientista Robin Lovell-Badge, teve de admitir que o único modo de averiguar a morte e, portanto, a inviabilidade de um embrião, é transferi-lo para seu ambiente ideal, o útero, pois já ocorreu que embriões julgados inviáveis em laboratório se desenvolvessem no ventre materno e nascessem. A imprensa internacional relatou, inclusive, nascimentos fruto de embriões congelados por mais de 11 anos. Laina Beasley, norte americana, por exemplo, nasceu em 2005 de um embrião congelado por 13 anos.
Contra fatos não há argumentos. A não ser que se adote o princípio absurdo daquele que disse: “se os fatos contrariam a minha teoria, pior para os fatos!!!”
O que dirão, diante dessas crianças, os nossos juízes do Supremo Tribunal Federal de cuja consciência depende a sentença de vida ou morte sobre embriões semelhantes a eles, que poderão ser futuros bebês ou futuro material descartável de experiência de laboratório? Deus, que julgará os juízes, ilumine a consciência deles.


*Bispo da Administração Apostólica Pessoal
São João Maria Vianney – Campos – RJ.

domingo, 16 de março de 2008

Há novos pecados capitais?

A Imprensa está noticiando que o Vaticano criou “novos pecados capitais”. Não é bem assim; é incrível a capacidade desta de fazer barulho, especialmente com relação à Igreja Católica. O que aconteceu?
Na semana de 10 a 15 de março, realizou-se no Vaticano um curso de atualização para sacerdotes sobre o Sacramento da Confissão, patrocinado pela Penitenciária Apostólica do Vaticano. Em entrevista ao jornal do Vaticano "L´Osservatore Romano", o responsável pelo Tribunal da Penitenciária Apostólica, monsenhor Gianfranco Girotti, abordou outros pecados do mundo moderno, no contexto da globalização: manipulação genética, o uso de drogas, a desigualdade social, a poluição ambiental, pedofilia, entre outros. Em nenhum momento, ele falou em "Pecados Capitais! Quem fez essa referência foi a Imprensa por sua conta.
A Igreja, com sua experiência de dois milênios, nos ensina que os piores pecados são aqueles que ela chama de "capitais". Capital vem do latim "caput", que quer dizer "cabeça". São pecados "cabeças", isto é, que geram muitos outros. Assim como, por exemplo, a capital de um estado ou de um país, de onde procedem as ordens, as decisões e comandos. Da mesma forma, desses pecados “cabeças” nascem muitos outros. Por isso, eles sempre mereceram, por parte da Igreja, uma atenção especial. São sete: soberba, ganância, luxúria (impureza), gula, ira, inveja e preguiça.
Podemos ver, por exemplo, como filhos da soberba: o orgulho, a vaidade, a arrogância, a prepotência, a auto-suficiência, a jactância, entre outros. Podemos ver como filhos da ganância: a exploração da pessoa humana, a destruição do meio ambiente como fonte de enriquecimento, as brigas pelos bens materiais, entre outros. Entre outras afirmações, monsenhor Gianfranco Girotti destacou os pecados relacionados aos direitos individuais e sociais, os da área bioética, nos quais há violações de direitos fundamentais da natureza humana (aborto, eutanásia, inseminação artificial; uso de células-tronco embrionárias, clonagem humana, etc.). "Através de experiências e manipulações genéticas, cujos êxitos são difíceis de prever e manter sob controle" declara. Ressaltou também a gravidade da desigualdade social, na qual "os ricos se tornam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres", alimentando uma insuportável injustiça social. E falou ainda da ecologia.
Na verdade, todos esses pecados cabem bem na lista antiga dos pecados capitais, pois eles podem ser desdobrados em muitos outros; inclusive nesses citados pelo monsenhor Gianfranco. Contudo, ele apenas desejou deixar mais explícito a gravidade deles.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Para que servem os ramos bentos?

Servem para muita coisa. Os "ramos" bentos são feitos de folhas de palmeiras, palmas, oliveiras e de espécies como louro, alecrim, buxo etc. Depois da celbração do Domingo de Ramos els são levados para casa como uma proteção para o lar. O ramalhete de ramos é distribuido entre membros da família. Para a tradição popular, esses ramos protegem a casa, principalmente contra raios e relâmpagos, e trazem boa sorte. Eles são colocados nos quartos, em lugares altos, relativament visíveis, junto de imagnes de santos ou em locais de venração. Em família de origem portuguesa é comum os afilhados darem ramos aos seus padrinhos, que em troca oferecem um bolo típico, o folar.
(extraído do livro: curiosidades católicas)

Você já viu uma Procissão de Ramos?

Vale a pena. Nos dias de hoje, durante a Procissão de Ramos, os fiéis levam e agitam nas mãos folhavens e ramos bentos. Eles foram previamente benzidos na igreja. Ninguém traz jumentos ou jumentinhos para a procissão. A Igreja prevê outras procissões para a bênção dos animais domésticos. Já bastam os burrinhos as homenagens do presépio. Aqui, o fundamental são os ramos e ramagens vegetais. Pelo Brasil afora, as procissões de ramos são manifestações religiosas, culturais e tradicionais, belas e de grande teatralidade. Esta procissão foi introduzida na Europa no século V, depois que um grupo de cristãos da Etéria fez uma peregrinação a Jerusalém. Ao retornar, o grupo procedeu na sua região da mesma forma que havia feito nos lugares santos, segundo as práticas locais. O costume passou a ser utilizado por outras igrejas e, ao final da Idade Média, foi incorporado aos ritos religiosos da Semana Santa. É dia de levar raminhos bentos para casa.
(extraído do livro: curiosidades católicas)

Por que um Domingo de Ramos?

A Semana Santa começa com as exibições do Domingo de Ramos. Ele celebra e relembra a entrada de Jesus Cristo na ciade de Jerusalém, onde foi celbrar a Pácoa judaica com seus discípulos. Segundo o Evangelista Mateus, um pouco confuso em matéria de hipismo, Jesus entoru na cidade sentando num jumentinho e numa jumenta (Mt 21,7), uima proeza equestre. E, para valorizar o feito, nos é dito que esses animais nunca haviam sido montados. Foi talvez o primeiro exemplo de doma suave ou dirigida. Esses jumentos cavalgados são os p´rimeiros de uma lista de animais pascais, como o cordeiro, o galo e a esponja do mar. Jesus foi aclamado como um home enviado por Deus, um milagreiro, um possível libertador da opressão romana, o Messias. O povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para saudá-lo e cobrir o chão onde passava. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo clamava "Rei dos Judeus", "Hosana ao Filho de Davi", "Bendito o que vem em nome do Senhor", "Salve o Messias". Detalhe histórico: ninguém tem certeza que isso aconteceu num domingo.
(extraído do livro: curiosidades católicas)

quarta-feira, 12 de março de 2008

VISITA A DOM AFONSO GREGORY - Bispo emerito de Imperatriz

No dia dois de março do corrente ano, Dom Gilberto Pastana, bispo de Imperatriz, e eu, fizemos uma visita oficial a Dom Afonso Gregory que se encontra junto aos seus familiares no Rio Grande do Sul, em tratamento de saúde. Do aeroporto de Porto Alegre, recepcionados por Lori Gregory, fomos diretos até a cidade de Estrela, cidade natal de Dom Afonso, que fica aproximadamente a 120 km de distância. Fomos recebidos na chácara onde os pais de Dom Afonso moravam e onde criaram todos os filhos.

Foi uma alegria encontrá-lo à porta nos esperando. Depois de quatro seções de quimioterapia e duas transfusões de sangue, parece que o seu organismo começa a reagir positivamente ao tratamento. Encontramo-lo cheio de esperança e nem por um momento a lamentar do mal a que foi cometido. Apesar de debilitado devido à falta de peso, a fraqueza ou a queda de cabelos, renovou na eucaristia que celebramos juntos a entrega de sua vida nas mãos amorosas do Pai. Repetiu por várias vezes: “minha vida está nas mãos amorosas do Pai”.

Ele expressou o desejo de voltar para Imperatriz e, conta ansiosamente os dias até que isso seja possível. Expressou o desejo de rever os amigos e agradeceu os telefonemas de solidariedade e as pessoas que foram daqui para visitá-lo. Disse-nos que a doença está trazendo para ele um aprendizado novo. Ele que sempre foi independente, e, agora depender dos outros não lhe está sendo fácil.

Constatamos também a dedicação da família de Dom Afonso em torno de sua pessoa: Pe. Marino Bonn, seu amigo pessoal, Maria, sua irmã mais velha, o Roque, seu irmão, a Lourdes e seu esposo, sua irmã e cunhado, a Sra. Ivone, vizinha, e a Lori, sua irmã caçula que não tem medido esforços para estar sempre ao seu lado e o acompanha em todas as visitas médicas. Isto fora todos os primos e sobrinhos que têm por ele um carinho muito grande. A irmã de Dom Afonso, que é religiosa e trabalha na missão em Goiás, o acompanha em suas orações. Isto nos conforta em saber que ele está agora convivendo com sua família, principalmente ele que teve que se ausentar muito cedo do seio familiar devido aos seus estudos. Foi tão bonito ouvir da Lori: “agora, pela primeira vez, estou de fato, convivendo com meu irmão”.

Na próxima sexta-feira, dia sete de março ele voltará ao hospital para saber como será o prosseguimento do seu tratamento.
Não se tem ainda previsão, quando ele poderá fazer esta viagem até a cidade de Imperatriz.

Despedimos-nos dele e, mais uma vez, ele expressou o desejo de num futuro próximo voltar para esta terra e rever os amigos.

Pe. Felinto Elísio
Vigário Geral