quinta-feira, 26 de junho de 2008

ANO PAULINO

O Papa Bento XVI, conclamou na Basílica de São Paulo fora dos muros, no sul de Roma, a todos os católicos do mundo a celebrar e vivenciar o Ano Paulino - que ocorrerá no período de 28/06/08 a 29/06/09.
O Ano Paulino é uma homenagem a são Paulo, o apóstolo por excelência e da universalidade, essa proclamação surge para marcar os dois mil anos do nascimento do apóstolo dos gentios.

Em Imperatriz, vamos fazer a celebração de abertura, no dia 28 de junho às 19h00 na Matriz de Santa Tereza, oportunidade em que a Comunidade estará inaugurando as novas salas do centro de catequese.

O exemplo de apostolicidade e missionariedade de São Paulo nos motiva e nos impulsiona a todos nós a não nos cansarmos de fazer o bem, evangelizando e anunciando a todos a riqueza da PALAVRA DE DEUS.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Comitês 9840 se mobilizam na coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular

A campanha pela coleta das 1,3 milhão de assinaturas para o novo Projeto de Lei do MCCE cresce em todo o país. Em vários estados, os Comitês 9840 se mobilizam para conseguir assinaturas dos eleitores e, mais que isso, conscientizar a população da importância do PL. A campanha também já conta com o trabalho de entidades voluntárias.

De norte a sul do país, militantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) se engajam na coleta de assinaturas para o novo Projeto de Lei de iniciativa popular. A meta é alcançar o mínimo de um milhão e trezentas mil assinaturas para levar o PL à Câmara Federal. Com o crescimento da mobilização, a expectativa do MCCE é superar essa meta.

Depois da conquista da Lei 9.840 - que permite a cassação de registros e diplomas eleitorais em virtude da prática da compra de votos ou do uso eleitoral da máquina administrativa - o MCCE busca agora alterar a Lei de Inelegibilidades, impedindo que candidatos condenados por crimes graves possam disputar eleições. Para isso, o Movimento conta com o apoio dos Comitês 9840 espalhados pelo país. As campanhas para coletar assinaturas acontecem em diversos estados e municípios brasileiros e vem ganhando força e apoio da população.

No Pará, desde abril, a ação do Comitê Estadual envolve seminários nos municípios, estímulo à criação de novos comitês e a coleta de assinaturas. "A gente passa orientação, estimula a participação e as pessoas estão acatando nossa causa", comemora a representante do Comitê, Irmã Marie Henriqueta. A mobilização pretende atingir toda a população do Estado. "As pessoas estão recebendo bem nossa proposta. O Pará vai dar uma contribuição muito boa na coleta de assinaturas", garante Irmã Henriqueta. O Comitê 9840 no Estado é formado pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CNBB Regional Norte 2), pela OAB/PA e pelo Ministério Público Federal (MPF).

Em São Paulo, no Comitê 9840 de Bertioga, o trabalho de coleta de assinaturas segue em ritmo acelerado. A coordenadora do Comitê, Kátia Hidalgo Daia, explica: "A prioridade do Comitê é fazer o maior número de palestras possíveis, com o objetivo de orientar a população a não vender o seu voto e de coletar assinaturas para o novo PL". O Comitê investe em ações estratégicas para conseguir o máximo de assinaturas possíveis. Uma das idéias é estabelecer parcerias com associações de classe. A meta é preencher 80 formulários utilizando a estratégia de realizar palestras junto aos associados da Câmara de Dirigentes Logistas de Bertioga, Associação Comercial, Associação dos Engenheiros, Rotary Club, Lions Club, para estimulá-los a conseguir assinaturas junto a seus funcionários, parentes e vizinhos.

Os esforços dos Comitês 9840 também ganham apoio de grupos sociais. No Paraná, por exemplo, a Pastoral Fé e Política, da Diocese de Guarapuava, aderiu voluntariamente à campanha. Ligada à CNBB, a Pastoral se mobilizou e vem repassando as informações do PL a todas as paróquias e associações de bairro do município, com apoio da Associação Comercial e Industrial de Guarapuava (Acig). A meta é conseguir 30 mil assinaturas. À frente do movimento, junto com outros militantes, José Lima Silva, participante da Pastoral, diz que tudo começa pela conscientização das pessoas sobre a importância da iniciativa. "Nós fazemos um trabalho de base. Explicamos as razões das assinaturas e mostramos como se faz para participar", ressalta José Lima.

Ações como estas acontecem em diversos outros estados e municípios. Qualquer eleitor brasileiro pode contribuir com sua assinatura para o Projeto de Lei de iniciativa popular, pretendendo que a vida pregressa dos candidatos seja considerada na Lei de Inelegibilidades.

Mais informações sobre a nova iniciativa do MCCE e o formulário para coleta de assinaturas estão disponíveis no link: http://www.lei9840.org.br/iniciativapopular.htm

quinta-feira, 19 de junho de 2008

PE. JOÃOZINHO


Vem aí,
PE. JOÃOZINHO
DIA 8 DE JULHO
NOITE DA FAMÍLIA CATÓLICA NA EXPOIMP 2008
Venda de ingressos nas secretarias das Paróquias.
Ingressos: R$ 8 reais antecipado e R$ 10 reais na hora.
NÃO PERCA!

Justiça também para os detentos

Apelo da Paróquia São João Batista sobre a situação no presídio de Açailândia


João Batista terminou sua vida dentro da cadeia, onde experimentou outro deserto de sua vida: o desespero, a dúvida, a solidão... até a morte violenta.
Também Jesus passou preso a última noite de sua vida. Antes disso, ele tinha dito: “todas as vezes que vocês visitarão um preso, é a mim que estarão visitando”.

Nesses dias de festejo, “Com João Batista para uma Açailândia de Justiça”, a Paroquia de São João não pode calar frente à violência e à situação desumana em que vivem os presos na delegacia de Açailândia.

É a partir desses lugares que devemos começar a buscar o Reino de Deus e sua Justiça.
Nelson Mandela dizia que ninguém conhece verdadeiramente uma nação até que tenha estado dentro de suas prisões.
Realmente, no Brasil inteiro o sistema prisional é cheio de contradições: 7 em cada 10 que são soltos por terem cumprido a pena, acabam voltando à prisão por novos delitos.
Os nossos presídios tornam-se um grande reprodutor, uma incubadora de violência que vai se refletir na sociedade.
Além de 70% da população carcerária têm entre 18 e 27 anos: com os presídios de hoje estamos educando as novas gerações à violência.

A delegacia de Açailândia comprime cerca de 100 pessoas num espaço restrito de somente quatro celas. Um grupo, de sobra, não cabendo nas celas fica recluso no pátio, na área do sol: nos dias de chuva os presos têm que se apertar às paredes para não molharem.
Há superlotação, brigas, ameaças, sequestros, fugas, morte dentro da delegacia por atraso de curas médicas.
A pastoral carcerária da Paróquia São João está tentando visitar os presos, mas as condições precárias da delegacia muitas vezes não permitem realizar os encontros.
O delegado, mesmo demonstrando compromisso e disponibilidade, não dispõe de forças e recursos suficientes para melhorar a situação.

Essa violência tem que acabar! Não podemos aceitar que seres humanos sejam tratados como animais à espera da condenação.

Há alternativas e soluções: meses atrás o Governo do Estado propôs à cidade a construção de um novo Centro de Ressocialização, nos moldes do projeto APAC (Associação de Proteção aos Condenados).
Uma estrutura nova, maior, edificada com o dinheiro do Estado, hospedando só presos de nossa região, próximos às suas famílias. Um centro de recuperação, não mais um depósito de pessoas descartáveis. Costruído com medidas de segurança modernas, garantiria melhores condições de vida para os presos e mais segurança para a população.

Houve muito debate, críticas e omissões: não está se conseguindo encontrar um terreno onde construir esse novo Centro.
A Paróquia São João Batista, em nome de seu padroeiro, renova seu preocupado apelo aos responsáveis políticos e à população em geral, para que seja encaminhada quanto antes a construção do Centro de Ressocialização, conforme as indicações do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos, em Outubro de 2007:
- seja respeitada a capacidade máxima, de 120 pessoas
- sejam hospedados somente presos de nossa Regional
- sejam providenciados mais delegados de Polícia e a 5ª Companhia de Polícia de Açailândia-MA seja transformada em Batalhão de Polícia
- o Município e o Estado finalmente invistam em medidas de redução da violência, assistência jurídica integral, defensoria pública, investigação e defesa dos direitos dos mais pobres.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Caça de votos nas comunidades

Cilto José Rosembach*

No período eleitoral as comunidades são assediadas pelos canditados. É importante destacar que, há candidatos e candidatos. Há os que rondam as comunidades para oferecer doações: material de construção, projetos de obras, tinta, equipamentos de som, ônibus para o passeio e outros benefícios.
Alguns candidatos se fazem acompanhar por lideranças influentes na região ou na comunidade. Freqüentam missas e celebrações, até se apresentam para fazer uma leitura, ou usar a palavra na hora dos avisos e recados.
Bem, há orientação Bíblica para esse tipo de situação? Em Mt 6,1-4, há uma orientação clara sobre a esmola: seja dado sem querer aparecer, receber elogios, agradecimentos, que seja dada em segredo, ou seja, dê de graça o que de graça recebeste. Em (Mt. 10,8) a doação é graça, não se espera e não se pede nada em troca, não se barganha, não é comércio.
Aos que desejam usar um espaço durante a celebração e se oferecem para proclamar um texto bíblico, nada entendem sobre a importância da Palavra de Deus. Recordo: quem deve estar em evidência é a Palavra de Deus. O leitor ou leitora, são simples instrumentos desta Palavra, são mediadores que emprestam a sua voz.
Há uma terceira situação escandalosa. É o candidato que espera o momento dos avisos da comunidade. Ele se faz apresentar por uma liderança, diz que vai dar um recado importante, e se apresenta como candidato a vereador, por exemplo.
Lideranças de comunidades que apresentam candidatos políticos nas condições acima ou agem de má fé ou são ingênuas. Os políticos não são nada ingênuos, pelo contrário são muito espertos.
Durante a celebração da missa ou da celebração da Palavra na comunidade não se abre espaço, em nenhum momento, para nenhum candidato às eleições.
Sobre doações, a legislação eleitoral é muito clara. A lei 9.840 diz o que é proibido a qualquer candidato: “doar, oferecer, prometer ou entregar, ao eleitor, com fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública.”
É claro que o cristão não pode ficar omisso diante do processo eleitoral. Pois, todos somos políticos, e “política tem que ser a arte de administrar a felicidade de todos”. Mas para apresentar e debater com candidatos há outros momentos que a comunidade pode e deve criar, a critério dos agentes de pastoral, do padre e dos Conselhos de pastoral e administrativo, que juntos devem tomar as decisões.
Lembrem-se há muitos candidatos oportunistas que usam do espaço da comunidade para fazer sua campanha. Portanto, é preciso conhecer a historia do candidato, com quem ele anda o que fez e como fez. Se de fato está do lado do povo mais necessitado, que projetos ele tem, são projetos que defendem a vida. Suas propostas são de fato viáveis para se por em prática, se é coerente com o que diz, faz e vive. Com que partido está comprometido e com quem o partido faz alianças, etc.
Saibam que: Voto não tem preço, tem conseqüências.

*Cilto José Rosembach, mestre em comunicação, presidente da Associação Cantareira, diretor do Jornal Cantareira, pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia-Vila Progresso - Morro Grande, assessor da Pastoral da Comunicação e Pastorais Sociais na região Episcopal Brasilândia - SP.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

QUEM FOI SANTO ANTONIO?

Se maio é mês das noivas, junho é tempo de casamento na roça e Santo Antônio casamenteiro reina com todo esplendor. Santo Antônio de Lisboa, também chamado Santo Antoio de Pádua, nasceu em 15 de agosto de 1195 em Lisboa e faleceu em Pádua em 13 de junho de 1231. Morreu novinho, uns aninhos a mais do que Jesus. Seu nome de batismo era Fernando de Bulhões e Taveira Azevedo. Aos quinze anos entrou pra um convento dos Agostinianos e em 1220, com vinte e cinto anos, trocou o seu nome por Antônio e ingressou na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, com grande devoção aos pobres e hábil na conversão de heréticos. Lecionou teologia em várias universidades europeias. Na Itália, São Francisco de Assis o chamava de "seu Bispo" por sua erudição. Foi cognominado "martelo dos hereges". Onze meses depois de sua morte, foi canonizado.


Na diocese de Imperatriz, a cidade de Davinopolis o tem como Padroeiro. Na cidade de João Lisboa, temos uma capela de Santo Antônio e Imperatriz a Paróquia de Santo Antônio.


Igreja Matriz de Davinopolis

Capela de Santo Antônio - João Lisboa
Matriz Paroquial de Santo Antônio - Imperatriz

SANTO ANTONIO

RESPONSÓRIO DE SANTO ANTÔNIO
Se milagres desejais,
Recorrei a Santo Antônio;
Vereis fugir o demônio
E as tentações infernais.
Recupera-se o perdido,
Rompe-se a dura prisão
E no auge do furacão Cede o mar embravecido.
Todos os males humanos Se moderam, se retiram,
Digam-no aqueles que o viram,
E digam-no os paduanos.
Repete-se: - Recupera-se o perdido...
Pela sua intercessão
Foge a peste, o erro, a morte,
O fraco torna-se forte
E torna-se o enfermo são.
Repete-se: - Recupera-se o perdido...
Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo
Repete-se: - Recupera-se o perdido...
V: Rogai por nós, bem-aventurado Antônio.
R: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
OREMOS Ó Deus, nós vos suplicamos, que alegre à Vossa Igreja a solenidade votiva do bem-aventurado Antônio, vosso Confessor e Doutor, para que, fortalecida sempre com os espirituais auxílios, mereça gozar os prazeres eternos. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém. Com aprovação eclesiástica

terça-feira, 10 de junho de 2008

Derrota da vida

Após várias vitórias da bioética, que anunciamos em artigo dias atrás, ao findar o mês de maio último, uma clamorosa derrota abateu-se sobre o direito à vida dos seres humanos. A decisão de seis ministros do STF, contra cinco, estabeleceu como constitucional a destruição de embriões humanos para fins de pesquisa científica e terapêutica no País. Para tentar ganhar a simpatia da população ao pretenso direito, houve campanha na mídia, indicando como resultado das pesquisas com células embrionárias a cura de doenças degenerativas. A propaganda escolheu pessoas com deficiências físicas, que em suas cadeiras de rodas foram mostradas confiantes que tal pesquisa seria a solução de seus problemas. Também utilizou-se do discutível argumento de que a maioria dos países europeus já aprovaram tais pesquisas com células embrionárias e que o Brasil, se não o fizesse, estaria em atraso.
Após a aprovação do STF, por diferença de apenas um voto, fica a pergunta: as células embrionárias são mesmo milagrosas como dizem?
Responde a ciência. O Dr.Thompson, iniciador de tais experimentações nos Estados Unidos, já abandonou, faz tempo, tais pesquisas, porque não vê nelas nenhum futuro. Os países europeus que já aprovaram a pesquisa, alguns tendo o hipócrita cuidado de não destruir embriões de seus cidadãos, mas comprando embriões estrangeiros, não apresentaram, em dez anos, um caso sequer de cura nas experimentações em animais, o que impossibilitou até hoje a aplicação do método em seres humanos. Na verdade, a utilização de células embrionárias só gerou, até hoje, teratomas, ou seja, tumores.
Por outro lado, a pesquisa com células tronco adultas, tiradas de partes do corpo humano já desenvolvido, tem sido aplicada com sucesso e já beneficiou mais de vinte mil casos de pessoas com doenças degenerativas. As pesquisas nos Estados Unidos e no Japão já estão tão avançadas, que apresentam a possibilidade de modificar células adultas de forma tal que tenham comportamento das células embrionárias, o que não fere, de nenhuma forma, a ética.
Daí, uma pergunta é inevitável aos brasileiros: por que então matar embriões, se a pesquisa com células adultas é eficiente e promissora? Ao lado de cadeirantes que deram depoimentos favoráveis à pesquisa com células embrionárias, havia e há um número não inferior de cadeirantes que dão depoimento contrário, confiantes nos dados científicos sobre células adultas, e prontos a dizer ‘não’, até mesmo se as embrionárias fossem resposta, pois, em consciência, não desejam a morte de seres humanos para seus benefícios particulares. Mas estes últimos cadeirantes não foram mostrados pela mídia e nem lhes foi dada a palavra, o que põe em risco os direito democráticos.
A decisão do STF tem conseqüências muito mais desastrosas que apenas a decepção de certa classe de cadeirantes, uma vez que os senhores que votaram a favor da destruição de embriões nunca poderão oferecer-lhes, como prometido, a cura. Abre-se um precedente em relação ao direito do nascituro, deixando de considerar o embrião como ser humano, tratando-o como ‘coisa’. É a ciência que está em jogo. Ela demonstra em todos os seus livros respeitáveis do ponto de vista médico que a vida humana começa na fecundação. Portanto, a partir do referido momento, o ser humano existe e tudo o que ele será já está definido naquelas células iniciais. Daí para frente, não há nenhum momento em que se poderia dizer: até aqui não há vida humana, daqui para frente se torna vida humana. Uma tal reflexão geraria as mais acirradas disputas entre opiniões divergentes e ninguém, em sã consciência, pode negar que a formação de todos os órgãos – cérebro, nervos, coração, pulmões etc – já está inteiramente definida no momento da fecundação.
Em Nota que a CNBB fez tão logo se publicou a desastrosa decisão dos seis ministros do STF, diz : “Sendo uma vida humana, segundo asseguram a embriologia e a biologia, o embrião humano tem direito à proteção do Estado. A circunstância de estar in vitro ou no útero materno não diminui e nem aumenta esse direito. É lamentável que o STF não tenha confirmado este direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário sejam ceifadas.”
O fato de ter sido uma votação tão polêmica e ter havido resultado tão insignificante do ponto de vista democrático, com somente um voto de diferença, denuncia a gravidade da medida e põe o Brasil, aqui sim, em estado de atraso na evolução das questões éticas de nosso tempo. O futuro o mostrará. Quem viver verá.

Dom Gil Antônio Moreira
Bispo de Jundiaí-SP-Brasil

quinta-feira, 5 de junho de 2008

ANIVERSÁRIO

(Pe. Nonato em seu escritório Paroquial)

Seminarista Paulinho enquanto proclamava a palavra de Deus
NOSSOS PARABÉNS PARA O PADRE NONATO E O SEMINARISTA PAULINO. QUE DEUS VOS ABENÇOE E VOS GUARDE.

terça-feira, 3 de junho de 2008

FORUM DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL

Será nesta quinta feira, as 18h00 no auditório do palácio do comercio, o lançamento oficial do FORUM DE MOBILIDADE SOCIAL.
Por iniciativa da OAB e CNBB, o Forum tem como finalidade unir as instituições e pessoas de boa vontade no combate a banalização da violência e defesa da vida.

PASTORAL DA CRIANÇA REALIZA ENCONTRO

A pastora da Criança da diocese, promoveu neste final de semana, no centro de treinamento anajás, encontro com as capacitadoras das líderes paroquiais da pastoral da criança. Das 26 paróquias a pastoral está presente em 24 delas. O objetivo é fazer acontecer esta pastoral em todas as paróquias da diocese.

domingo, 1 de junho de 2008

FESTA DA COLHEIRA

Aconteceu neste sábado, dia 31, a PRIMEIRA FESTA DA COLHEITA, na comunidade de Nossa Senhora de Nazaré, Paróquia de São João Batista em Açailândia. Onze comunidades de assentados se fizeram presents, participando com alegria, e oferecendo ao Deus da vida as primícias de sua produção.